domingo, 20 de abril de 2014

Ballet "As Quatro Estações"

Bom dia pessoal!!!! Tudo bem?
Primeiramente, Feliz Páscoa à todos!!! E sobre esse dia, uma curiosidade: vocês sabiam que a palavra Páscoa significa "passagem"? Para os judeus, é a passagem da escravidão para a liberdade, para os cristãos, é a passagem da morte para a vida. Seja qual for a crença, é um momento de parar e refletir...
Eu não conheço nenhum ballet que tenha relação com a Páscoa (pelo menos eu nunca ouvi falar...), mas a peça de hoje tem a ver com esse conceito de "passagem". Eu falo de "As Quatro Estações", tema que já serviu de inspiração para vários compositores, mas com certeza a mais famosa é certamente a obra do compositor italiano Antonio Vivaldi.
Ela é estruturada em doze movimentos ao todo, sendo três para cada estação, e aqui não se tem uma história propriamente dita, e sim mostra essa passagem ao longo de cada período. Eu sempre relaciono as estações do ano com as fases da vida: a Primavera representa a alegria e a inocência da infância, o Verão, as descobertas da juventude, da adolescência, o Outono, as escolhas e consequências da idade adulta, e o Inverno, a idade avançada e a sabedoria que ela nos presenteia. E esse ciclo sempre se renova, por isso o sentido de passagem... Um filme oriental que reflete bem isso é "Primavera, Verão, Outono, Inverno... e Primavera". Muito lindo e interessante!!! Para quem quiser conhecer, é só clicar no link a seguir:
Filme "Primavera, Verão, Outono, Inverno... e Primavera"

Dos vários coreógrafos que já criaram ballets para essa peça de Vivaldi, eu escolhi para vocês hoje a versão do canadense James Kudelka, com interpretação do National Ballet of Canada, de 2000. E mesmo sendo uma gravação atual, eles optaram por fazer a filmagem em estúdio, sem platéia. Mas isso em nada tira a beleza da produção. Um detalhe interessante é que essa versão existe sim em DVD, mas eu encontrei apenas na amazon do Canadá e também na edição japonesa da coleção "O Melhor do Ballet", a mesma que a Ana Botafogo trouxe para o Brasil e que já rodou o mundo! E agora vamos ao vídeo de número 195!
As Quatro Estações
Companhia: The National Ballet of Canada
Ano: 2000
Bailarinos Principais:
Rex Harrington como Um Homem

- Primavera:
Chan Hon Goh, Rebekah Rimsay, Sonia Rodriguez, Michael Doerner, Tiffany Knight, Richard Landry, Brenda Little, Jeremy Nasmith, James O'Connor, Alejandra Perez-Gomez, Je-An Salas e Bei-Di Sheng

- Verão:
Greta Hodgkinson, Tiffany Knight, Brenda Little, Andrea Burridge, Michael Doerner, Joanna Ivey, Richard Landry, Kevin Law, James O'Connor, Jhe Russell e Bei-Di Sheng

- Outono:
Martine Lamy, Christopher Body, Andrea Burridge, Joanna Ivey, Johan Persson, Michael Doerner, Richard Landry, Kevin Law, Jeremy Nasmith, James O'Connor e Jhe Russell

- Inverno:
Victoria Bertram, Jeremy Ransom, Christopher Body, Johan Persson, Lorna Geddes, Tomas Schramek e Hazaros Surmeyan
Links:
http://www.4shared.com/folder/POh0canX/As_Quatro_Estaes__The_National.html

Formato do Vídeo: .avi

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É isso aí pessoal!
Até a próxima...

Contribuições

Começo o dia de hoje, que é dia de postagem, escrevendo sobre um assunto que há muito tempo ronda a minha cabeça, e que de ontem à noite pra cá veio a inspiração pra colocar no papel: contribuições!
Mas antes de entrar nesse tema, eu tenho que responder a uma pergunta que sempre me fazem desde o início do blog: onde eu consigo tantos títulos pra postar no blog? Muitas pessoas tendem a pensar que tenho todos os DVDs originais dos títulos que eu trago pra cá, mas a grande verdade é que não! Aliás, quem me dera poder ter todos os títulos já lançados em todas as partes do mundo... eu ficaria imensamente feliz!!! Só que essa não é a realidade, e respondendo a pergunta, eu consigo os títulos de três formas.

1º Procurando na internet, fazendo aquele garimpo!!!!
2º Comprando sim alguns originais que são mais difíceis de achar
3º Através de contribuições de leitores do blog

A grande maioria do que está disponível é conseguido na internet, e isso eu nunca escondi de ninguém. Eu pego de vários sites e de várias formas, como torrent, link direto, e até mesmo programas de compartilhamento de arquivos como emule e ares, que no início do blog em 2009 eram muito populares.
Uma outra fatia dos títulos eu comprei para disponibilizar sim, mas acho que não chega nem a 10%, e geralmente quando eu compro, eu foco naqueles títulos que são mais difíceis de conseguir, mas não é sempre (infelizmente!). Por exemplo, La Fille Mal Gardée do Australian Ballet não existia pra download na internet, eu fui a primeira a comprar e disponibilizar essa versão através do blog (pelo menos, que eu saiba...).
A terceira fatia, mas não a menos importante, é aquela onde eu recebo contribuições dos leitores, até porquê "uma andorinha não faz verão sozinha...". E sempre que alguém contribui eu procuro agradecer na referida postagem!!! E são várias as pessoas que ajudaram e estão ajudando a construir o blog a cada dia que passa, a todos vocês o meu révérence:

- Alex (que me ajudou muito no começo do blog)
- Tarcísio Cunha
- Maurice Lugher
- Lirien Greenleaf
- Houka Natsuki
- Mariana Brito
- Breno Neves
- Luciana Soares
- Damian Leiva
- Vaclav Lamparter
- Lucinda Almeida
- Naylson Lima
- Henrique Lima
- Thais e Tamara Lisa
- Lucas Schoeninger
- Cássia Pires
- Débora Pacheco
- Aline Araújo
- Hallyson Lohan
- Bruno Alves

Olha só quanta gente já contribuiu e está contribuindo!!! É claro que essas são as pessoas que eu conheço e tive algum contato, mas também tem aquelas que são anônimas, que foram as responsáveis por muitos dos títulos que eu consegui na internet. Sem vocês esse blog não existiria!!! Aqui vai o meu MUITO OBRIGADA!

Mas sabe uma coisa que eu percebo, e até comentei com um amigo ontem? Que há pessoas que passam por aqui, muitas delas tem DVDs de títulos raríssimos e elas não se predispõem a ajudar. Houve duas ocasiões em que eu me senti frustrada com isso. Uma das vezes foi quando eu finalmente consegui Cinderella com o Bolshoi de 1960. Esse em especial eu demorei muito tempo pra conseguir, foi difícil, tanto que diante da dificuldade eu cheguei a pensar em comprar o original. Quando eu finalmente postei e divulguei no face (na época foi num grupo de discussão que eu havia criado para o blog), uma menina comentou: "Ah, eu tenho o DVD e é lindo!". A minha cara simplesmente foi pro chão!
Em outra ocasião eu pedi ajuda pra encontrar um título que vocês mesmos pedem muito: Giselle com a Ana Botafogo. Novamente alguém fala que tem o DVD e simplesmente ignora o fato de há tempos eu estar atrás dele.
Ok pessoal, eu sei que ninguém é obrigado a nada!!! Mas a pessoa acompanha o blog, sabe que eu estou procurando loucamente determinados títulos, ela os e tem não oferece??? Com certeza essas pessoas devem pensar algo como "se eu comprei, porque você não faz o mesmo?", ou coisa semelhante.
A resposta é simples: eu moro no Brasil, um país onde o ballet ainda é elitizado, mesmo em pleno século 21. A maioria dos artigos relacionados a essa arte, como CDs e DVDs, são importados, e justamente por não se ter uma produção nacional em larga escala desse tipo de material é que os preços sobem nas alturas! Eu até comprei alguns títulos, mas não dá pra fazer isso todo santo dia!!! Se desse, eu compraria todos os DVDs que fico namorando nos sites internacionais, mas a realidade infelizmente não é essa...

O blog é sempre aberto ao diálogo e as contribuições, então não se acanhem! Você tem algum título diferente, que é difícil de achar? Então deixe um comentários ou escreva para: videosdeballetclassico@julianamel.com.br

Com a sua ajuda, teremos um acervo cada vez mais completo!

E agora voltemos à nossa programação normal...

domingo, 13 de abril de 2014

Ballet "Coppélia"

Oi pessoal, tudo bem?
Por aqui ando meio sem inspiração... Hoje eu só quero dançar pessoal, sem muitas palavras.
O vídeo de hoje foi uma contribuição do Damian Leiva, lá da Argentina. Eu havia encontrado alguns links pra download, porém era por um servidor que só permitia baixar em uma velocidade considerável se você fosse assinante. Eu pedi ajuda lá na nossa fanpage e o Damian, que é assinante desse site, se prontificou. Ele me ajudou com três ballets, e esse é um deles, que aliás também foi pedido por uma seguidora de lá: uma versão bem diferente do ballet Coppélia. Esta tem coreografia do Eduardo Lao e interpretação do Víctor Ullate Ballet Comunidad de Madrid (que nome comprido, não?). É uma montagem moderna, utiliza sapatilhas de ponta e conta a história de um jeito diferente, onde Coppélia realmente ganha vida de verdade! Mas não por causa da tentativa do Dr. Coppélius em tirar a vida de Franz por meio de magia como no original, e sim por intermédio da Diva Espectral, que concede a ela o dom de se tornar uma pessoa real (lembra um pouco Pinóquio nesse sentido). Nessa versão a Swanilda não existe, e Franz realiza o seu sonho de poder se casar com Coppélia. Em contrapartida, há três empregadas muito engraçadas que resolvem entrar na fábrica do Dr. Coppélius para descobrir os seus segredos... Eu espero que vocês gostem do vídeo de número 194!
Coppélia
Companhia: Víctor Ullate Ballet Comunidad de Madrid
Ano: 2013
Bailarinos Principais:
Sophie Cassegrain como Coppélia
Cristian Oliveri como Franz
Yester Mulens como Dr. Coppélius
Zhengyja Yu como Diva Espectral
Links:
http://www.4shared.com/folder/iCxg3NrU/Copplia__Vctor_Ullate_Ballet_C.html

Formato do Vídeo: DVD

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É, olhem o poder o ballet! Eu estava desanimada, mas foi só começar a postar que o sentimento mudou^^ Por isso eu sempre digo: "Quem dança, os males espanta também!".

Grande Beijo!
E rumo aos 200 videos...

domingo, 6 de abril de 2014

Ballet "Marco Spada"

Boa tarde pessoal, tudo bem com vocês?
Por aqui, caminhando... ou melhor, dançando ao som das mais lindas músicas!
E aqui hoje tem novidade para vocês!!! Um ballet inédito baseado em uma ópera do compositor francês Daniel Auber: Marco Spada. A ópera foi originalmente estreada em 1852 e alguns anos depois, em 1857, Joseph Mazilier criou uma adaptação para ballet, mas que acabou caindo no esquecimento. Mais de 100 anos depois, em 1981, Pierre Lacotte, responsável pela reconstrução de grandes repertórios como A Filha da Faraó, A Sílfide e Paquita, criou uma nova coreografia de Marco Spada para a Ópera de Roma. Nessa peça, em especial, além da coreografia, nós também podemos ver seus talentos como figurinista e cenografista. Aliás, Pierre Lacotte se dedica às reconstruções de ballets perdidos desde que parou de dançar em 1956, alcançando grande sucesso!
Marco Spada, se passa em Roma no século XVIII, e conta a história de um bandido que finge ser um aristocrata, que tem uma filha chamada Angela. Ela é apaixonada pelo Príncipe Frederici, que corresponde ao seu amor. Ele porém é noivo da Marquesa Sampietri (filha do governador de Roma), que por sua vez é apaixonada pelo Conde Pepinelli. Eu ainda não parei pra assistir, mas me parece ser muito linda!!! A montagem é do Bolshoi, que passou no último domingo, 30/03, no cinema, é uma mais uma contribuição do Maurice Lugher! Aproveitem!!!!
Marco Spada
Companhia: The Bolshoi Ballet
Ano: 2014
Bailarinos Principais:
David Hallberg como Marco Spada
Evgenia Obraztsova como Angela
Semyon Chudin como Príncipe Frederici
Olga Smirnova como Marquesa Sampietri
Igor Tsvirko como Conde Pepinelli
Links:
http://www.4shared.com/folder/NSoRz58g/Marco_Spada__The_Bolshoi_Balle.html

Formato do Vídeo: .avi

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Esse foi o vídeo de número 193.
Grande Beijo!

terça-feira, 1 de abril de 2014

Ballet "A Bela Adormecida"

E aí pessoal, como estão?
O final de semana foi bem corrido, por isso acabei atrasando a postagem da semana... Mas como sempre, não deixo de passar por aqui para o nosso encontro com a dança, que hoje será ao som de Tchaikovsky com A Bela Adormecida, nosso vídeo de número 192.
A montagem é do Royal Ballet, que foi transmitido no cinema no último dia 19/03, contribuição do Maurice Lugher. Em termos de cenografia e figurinos, é a mesma produção de 2011. Coreograficamente, temos algumas novidades, como a coda do Grand Pas de Deux do 3º ato e o número de bailarinas que formam o séquito da Fada Lilás (de 8 passou para 6). E aqui podemos ver a Sarah Lamb, que interpretou a Princesa Florine na versão de 2006, no papel principal. Tantas apresentações do mesmo repertório por essa companhia nos convida a um exercício: o que a Aurora da Sarah Lamb tem de diferente da Lauren Cuthbertson (2011), da Alina Cojocaru (2006), da Viviana Durante (1994) e da Margot Fonteyn (1955)? Isso vale para os outros bailarinos/personagens também!!!
Vejam e depois compartilhem conosco o que vocês observaram...
Agora vamos dançar?
A Bela Adormecida
Companhia: The Royal Ballet
Ano: 2014
Bailarinos Principais:
Sarah Lamb como Princesa Aurora
Steven McRae como Príncipe Désiré
Laura McCulloch como Fada Lilás
Kristen McNally como Carabosse
Links:
http://www.4shared.com/folder/5kxHnyWZ/A_Bela_Adormecida__The_Royal_B.html

Formato do Vídeo: .mp4

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Bom, é isso...

domingo, 23 de março de 2014

Ballet "O Quebra-Nozes"

Nós estamos bem longe do Natal, mas não é por isso que vou postar "O Quebra-Nozes" somente nessa data! Uma peça tão linda e com uma história tão marcante merece ser lembrada o ano inteiro! Estruturada em apenas 2 atos, o menor de todos os ballets de Tchaikovsky, o ballet conta a aventura da menina Clara e seu boneco Quebra-Nozes, que viajam por uma terra encantada, aquele tipo de lugar que vive em nossa imaginação... A versão de hoje foi lançada em 2012 pelo ballet do Teatro Mariinsky por ocasião do aniversário de 120 anos do lançamento da peça. A montagem é a tradicional criada por Vassily Vainonen, mas como sempre, há diferenças que vocês podem notar em relação a de 1994. A primeira e mais visível delas é que duas bailarinas interpretam a Clara: uma jovem, durante a festa de Natal e na cena da batalha, e uma adulta, que aparece quando o Quebra-Nozes se transforma em príncipe e os dois dançam o pas de deux do Reino das Neves. Outra mudança está na iluminação: o cenário do segundo ato, por exemplo, o cor-de-rosa não é tão intenso como na versão de 1994. Mais uma característica que torna essa versão diferente é como a câmera fez a gravação do espetáculo, que é bastante semelhante ao DVD de 2006 do Lago dos Cisnes. E claro, além dessas que citei, vocês podem sim brincar de encontrar diferenças entre as duas montagens (1994 e 2012). Que tal esse desafio?
O vídeo de hoje é o de número 191.
O Quebra-Nozes
Companhia: The Kirov Ballet/Mariinsky Ballet
Ano: 2012
Bailarinos Principais:
Alina Somova como Clara (Adulta)/Fada do Açúcar
Vladimir Shklyarov como Príncipe
Fyodor Lopukhov como Drosselmeyer
Alexandra Korshunova como Clara
Pavel Miheyev como O Quebra-Nozes (Boneco)
Links:
http://www.4shared.com/folder/AQdt92DG/O_Quebra-Nozes__Mariinsky_Ball.html

Formato do Vídeo: .mp4

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É isso aí pessoal...
Até a próxima!

Atualização dos Downloads #001

Ei pessoal, tudo certo?
Esse é o nosso primeiro boletim informativo à respeito das mudanças do modo de download anunciada na postagem do dia 02/02. O processo está indo bem, e ao contrário do que fiz da última vez (quando o servidor foi trocado), eu estou alterando primeiro as postagens em formato de DVD, pois eram os que mais causavam dúvidas nas pessoas, onde eram utilizados dois programas, sendo um deles não tão conhecido (HJ-Split).
Mas antes da listagem de vídeos que já foram atualizados, quero aproveitar o ensejo para avisá-los de que todos os links do ballet Romeu e Julieta do Bolshoi, 1974 foram trocados integralmente, pois o último arquivo estava apresentando problemas ao descompactar (eu verifiquei). Tudo já está normal, fiquem tranquilos!!!

E agora, sem mais delongas, segue a listagem dos vídeos atualizados (lembrando que todos os posts publicados a partir de 02/02 já estão no novo formato de download):

Branca de Neve (Teatro Arriaga, 2005)

O Quebra-Nozes (The Royal Ballet, 1968)
O Quebra-Nozes (American Ballet Theatre, 1977)
O Quebra-Nozes (The Bolshoi Ballet, 1978)
O Quebra-Nozes (The Royal Ballet, 1985)
O Quebra-Nozes (Ópera de Paris, 1988)
O Quebra-Nozes, a História de Clara (The Australian Ballet, 1994)
O Quebra-Nozes (The Birmingham Royal Ballet, 1994)
O Quebra-Nozes (The Kirov Ballet/Mariinsky Ballet, 1994)
O Quebra-Nozes (Escola de Dança Petit Ballet, 2009)

O Lago dos Cisnes (The Kirov Ballet/Mariinsky Ballet, 1968)
O Lago dos Cisnes (The Royal Ballet, 1980)
O Lago dos Cisnes (The Kirov Ballet/Mariinsky Ballet, 1986)
O Lago dos Cisnes (The Kirov Ballet/Mariinsky Ballet, 1990)
O Lago dos Cisnes (The Perm State Ballet, 1992)
O Lago dos Cisnes (Teatro Alla Scala, 2004)
O Lago dos Cisnes (The Australian Ballet, 2008)
O Lago dos Cisnes (The Bolshoi Ballet, 2011)

Giselle (American Ballet Theatre, 1977)
Giselle (Bavarian State Ballet, 1979)
Giselle (The Kirov Ballet/Mariinsky Ballet, 1983)
Giselle (Teatro Alla Scala, 1996)

Don Quixote (The Kirov Ballet/Mariinsky Ballet, 1988)
Don Quixote (The Perm State Ballet, 1992)
Don Quixote (New National Theatre Tokyo, 2009)
Don Quixote (Ópera de Paris, 2012)

Raymonda (New National Theatre Tokyo, 2009)

A Filha do Faraó (The Bolshoi Ballet, 2003)
A Filha do Faraó (The Bolshoi Ballet, 2012)

Jewels (The Bolshoi Ballet, 2014)

Bom pessoal, daqui algumas semanas eu retorno com o segundo boletim.
Até lá!

domingo, 16 de março de 2014

Ballet "Cinderella"

Antes de postar o vídeo de hoje, eu tenho um aviso para vocês:
Como todos já sabem, eu estou fazendo algumas mudanças nos downloads afim de facilitar o acesso aos vídeos. Para tanto, eu tenho dividido os arquivos apenas com o Winrar, que é um programa mais conhecido. Porém essa semana eu recebi algumas notificações de que os ballets "A Flor de Pedra" e "Romeu e Julieta", ambos interpretados pelo casal Yekaterina Maximova e Vladimir Vasiliev, continham alguns arquivos corrompidos, e por isso a junção não estava se completando. Os arquivos corrompidos de cada peça eram:

A Flor de Pedra: parte 10 e parte 12
Romeu e Julieta: parte 01 e parte 15

Eu já fiz a reposição dos arquivos e os testei, pelo menos agora estão normais. Quem estava tendo problemas com essas peças, é só baixar novamente as partes indicadas e juntá-las.
O problema de arquivos corrompidos pode acontecer por dois motivos: download ou upload mal feito. No caso, se mesmo com as partes reparadas continuar dando problemas, aí o erro foi no download, e a recomendação é uma só: baixar novamente!
Além dessas duas peças, uma outra que notificaram foi "Os Contos de Beatrix Potter", acredito que a versão dos anos 70 postada mais recentemente. Alguém que já baixou sabe se tem alguma parte corrompida mesmo, e se tem, quais são?
Se houver mais algum arquivo corrompido, por favor me avisem! São muitos vídeos e eu não consigo controlar todos ao mesmo tempo!

Agora vamos ao que interessa?
A partir dessa postagem nós vamos começar uma contagem regressiva para o vídeo de número 200! Como o tempo passou, não é mesmo? E não se preocupem, ainda temos muito chão pela frente... Esse é o vídeo de número 190.
E o vídeo de hoje tem uma curiosidade. Ele foi sim lançado em DVD, dentro de uma coleção intitulada "Obras Primas do Ballet Russo", que atualmente é composta 10 títulos (e ao que parece, vai continuar a ser lançada). Mas de todos as peças, apenas uma nunca foi produzida e comercializada por nenhuma empresa ocidental que trabalha com esse gênero: Cinderella com o Kremlin Ballet.
Gravada no ano de 1994, a montagem conta com coreografia de Vladimir Vasiliev, que é uma das mais próximas da versão original de Rostislav Zakharov. Como bailarina principal temos a grande Yekaterina Maximova. O Vasiliev também dança na peça como a Madrasta de Cinderella. Já o papel do príncipe é interpretado por Konstantin Matveyev. Sem dúvidas, uma linda montagem!!!
Cinderella
Companhia: The Kremlin Ballet
Ano: 1994
Bailarinos Principais:
Yekaterina Maximova como Cinderella
Konstantin Matveyev como Príncipe
Links:
http://www.4shared.com/folder/RI5i9qBa/Cinderella__The_Kremlin_Ballet.html

Formato do Vídeo: .mp4

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E lá vamos nós em direção ao fechamento de mais um ciclo de postagens!!!

Uma Roupa que Dança

O título do post é o mesmo de uma das Palestras para Educadores da São Paulo Companhia de Dança, que faz uma ponte entre a moda e sua importância na dança. Apesar do nome dizer que ela é para educadores, qualquer pessoa que não tenha vinculo com essa área também pode participar. Por isso eu me inscrevi e estive ontem na sede da companhia para conferir.

Eu lembro que quando fiz a entrevista com a Marcela Benvegnu, cujas matérias foram publicadas aqui no blog entre 09 e 13 de setembro do ano passado, ela me falou sobre o poder transformador das atividades de formação de plateia da SPCD (que são as Palestra para Educadores, os Espetáculos para Estudantes e as Oficinas). Depois de participar dessa palestra, eu só uma coisa a declarar: Marcela, você tem toda a razão!!!!
Palestra para Educadores ontem na SPCD
Créditos: Facebook São Paulo Companhia de Dança

Aliás eu não participei de uma simples palestra, foi vivência realmente transformadora! A Inês chegou nos ensinando alguns exercícios, que fizemos sentados na cadeira mesmo, com o intuito conhecer o nosso corpo através de movimentos bem simples. Depois ela começou a palestra fazendo perguntas sobre a roupa que estávamos vestindo hoje, e uma delas foi: "Quais as razões que levam uma pessoa a trocar mil vezes de roupa para decidir qual será usada?". As respostas foram variadas: pela ocasião, pelo clima, por insegurança, por insatisfação com o próprio corpo... A partir disso, a Inês começou a falar sobre a moda no cotidiano, sobre as relações culturais e sociais que temos o tempo todo com ela, e tivemos uma verdadeira aula de história, onde descobrimos que foi após o fim da Idade Média que surgiu o conceito de moda como conhecemos. Segundo ela, com o surgimento da burguesia as pessoas começaram a ter acesso e adquirir bens que antes eram exclusividade dos reis e nobres da época. Em resposta, essa nobreza, que queria manter a exclusividade, começou a inventar novas formas de se vestir. Foi aí que apareceu o prazo de validade para as roupas, e com essa dinâmica de copiar e reinventar é que surgiu a moda propriamente dita.
É nesse ponto que a dança entra na história! Nós pudemos conhecer sobre a evolução do vestuário usado na dança clássica, desde os figurinos pesados que as mulheres usavam até a liberdade que existe hoje, com o uso de roupas próximas do nosso cotidiano.

Acredito que a fala que mais marcou pra mim do vídeo que assistimos foi "não se dança sem figurino". Eu já conhecia algumas das principais etapas dessa evolução sofrida pelos figurinos ao longo tempo. Algumas coisas foram novidade, como o surgimento das malhas inteiriças (um tipo de macacão todo colado no corpo) e das transparências. Mas o que mais me chamou a atenção, e que até comentei no espaço que se abriu após a apresentação do documentário, foi sobre a moda dos ballets em preto e branco criada por Balanchine. O que sabia a respeito, e até já mencionei em matérias anteriores aqui no blog, era que a proposta dessas peças era valorizar essência da música, sem a necessidade do uso de cenários e/ou figurinos. E de acordo com as próprias palavras do coreógrafo: "Veja a música e ouça a dança". Porém o que eu realmente desconhecia é que havia uma questão monetária atrelada a isso, que fez com que essa nova forma de pensar a dança fosse criada.
Agon - New York City Ballet, 1993

Outras questões também foram abordadas durante o bate-papo, e em uma delas entrou-se na estreia do ballet "A Sílfide" pela SPCD. Diante desse contexto, eu tinha um questionamento martelando a minha cabeça há muito tempo a respeito da peça, e naquele momento surgiu a oportunidade. A minha pergunta foi a seguinte: "Eu conheço duas versões desse ballet que costumam ser encenadas nos dias atuais: a reconstrução feita por Pierre Lacotte com base na peça original de 1832, e a leitura feita por August Bournonville em 1836. Mas eu observo intrigada que é unânime que praticamente todas as companhias, até as de grande porte como Kirov e Bolshoi, optem por remontar versão do Bournonville. Porque isso acontece?".
A Inês respondeu que as companhias geralmente escolhem a montagem de 1836 pelo fato dela ter sido melhor sintetizada em relação a reconstrução de 1832. Enquanto Lacotte conta a peça em um pouco mais de 2 horas, o Bournonville conseguiu contar a mesma história na metade desse tempo, e talvez por isso as companhias optem por ela. Além disso, eu pensei em uma outra possibilidade, mas não sei se está correta: o fato dessa montagem permitir uma melhor adaptação em relação ao corpo de bailarinos que a companhia possui, tenha ela 50 ou 150 integrantes.
Sinceramente, eu achava que era por alguma questão burocrática, pois a obra faz parte do repertório fixo da Ópera de Paris, para a qual foi reconstruída, e achei que alguma coisa impedisse a remontagem dessa versão por outras companhias... Mas pasmem, o Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro já apresentou A Sílfide de Lacotte entre os anos de 1995 e 1998! Outra peça que eles também já fizeram na mesma época e raramente é montada por outras companhias ao redor do mundo foi Napoli, também do Bournonville! (A maior companhia de ballet clássico do Brasil já fez esses clássicos e aposto que a maioria aqui nem sabia disso!).

Outros dois pontos interessantes entraram nessa discussão: a questão corporal e a questão do erro.
Na primeira, falou-se um pouco sobre a mudança  dos padrões corporais no ballet clássico, citando o que nós costumamos nomear como "ditadura da magreza" e que são praticamente exigidos nos dias de hoje: corpos longílineos, magros ao extremo, e com hiperextensões. Lembram-se daquela ocasião em que fiz o post "Uma Resenha sobre O Lago dos Cisnes", onde eu falei sobre a opinião de um leitor a respeito da montagem da Ópera de Viena de 1966? Uma das declarações dadas foi a seguinte: "Acho que para um papel protagônico, faltou flexibilidade para Odette/Odile". Com certeza, quem escreveu deve preferir e está mais acostumado a ver apresentações gravadas a partir dos anos de 1990, quando a chamada "perna alta" começou a ter grande destaque nos mais variados contextos. Só que o que muitos esquecem é que a dança, assim como várias outras formas de arte, estão em constante mudança! Na época em que Margot Fonteyn dançava a perna era mais baixa, os arabesques eram a 90°, e os corpos não eram tão magros como hoje, e ainda assim ela fazia plateias do mundo inteiro se emocionarem com suas performances. E assim era também com outras tantas bailarinas que atuavam mais ou menos na mesma época: Merle Park (Royal Ballet), Maya Plisetskaya (Bolshoi Ballet), Yekaterina Maximova (Bolshoi Ballet), Natalia Makarova (American Ballet Theatre e Royal Ballet), Anna Pavlova (Ballets Russes), etc... Nas redes sociais costuma circular a declaração de que se bailarinas com essas características fizessem testes para uma companhia hoje, nenhuma delas entraria. Mas se sobrepondo a isso, a Inês entrou com uma fala que eu simplesmente achei o máximo: "um corpo saudável é aquele que produz movimento". Voltando para o exemplo do Lago dos Cisnes, Margot Fonteyn tinha a perna mais baixa, mas seus movimentos tinham qualidade, então podemos concluir que não faltou nada para que ela fosse Odette/Odile com categoria! Afinal temos tipos corporais diferentes, não adianta querermos mudar a ponto de não conseguirmos mais fazer os mesmos gestos que antes eram feitos com maior qualidade. Não lute contra sua natureza, use o que você tem de bom ao seu favor. #ficaadica :)

Já a questão dos erros surgiu após uma dinâmica de grupo, onde nós dançamos uma coreografia em roda na sala. Eram passos simples, inclusive uma das sequências me trouxe na lembrança uma passagem da coreografia do baile de Romeu e Julieta, de Rudolf Nureyev. A passagem não é exatamente igual conforme eu pensava, mas os passos são praticamente os mesmos. Quem quiser conferir, clique aqui. Os passos juntos, porém, fizeram muita gente (incluindo eu) se confundir e errar. No final a Inês falou sobre o erro ser natural, que mesmo os grandes bailarinos que treinam todos os dias também erram, falham. Isso complementa o que a minha professora sempre fala em sala. Ela diz que nós mais nos culpamos pelo erro que cometemos do que ficamos felizes com as conquistas que conseguimos no decorrer das aulas, e completa que se errarmos, teremos várias chances pra tentar de novo. Sinceramente, eu já chorei solitariamente no meio de uma aula por não conseguir fazer determinados exercícios. Para me consolar, eu já até pensei numa analogia entre o ballet O Lago dos Cisnes e a história do Patinho Feio: Todo cisne um dia já foi esse patinho feio, que muitas vezes se sentiu fora do contexto. E se eu já tenho praticado em ver com outros olhos essa questão do erro, a fala da Inês se tornou mais clara pra mim depois assistir a aula da companhia.
Meu grupo deve ter ficado uns 10 ou 15 min na sala de ensaio, vendo as meninas fazerem aula (um outro grupo assistiu a aula dos meninos). Nós vimos parte das sequências de giros e saltos, e chegamos bem na parte onde elas faziam piruetas e fouttés. A proposta da Inês era que observássemos como é a movimentação dos bailarinos, que sentido isso trazia pra nós. Eu fui mais além, e observei dois aspectos não pedidos, e adivinhem qual foi um deles? Os erros! Aparentemente, as meninas deveriam girar 4 piruetas e 4 fouttés, mas nem todas conseguiam atingir o número solicitado, e mesmo assim elas continuavam como se nada tivesse acontecido.
E é bem por aí, já pensou se a Sylvie Guillem tivesse parado para chorar quando ela caiu na entrada da Princesa Aurora (1º Ato de A Bela Adormecida)?
Sylve Guillem como Princesa Aurora
A Bela Adormecida - 1º Ato

Outro aspecto que eu observei foi a moda na sala de aula, que também foi abordado no documentário. Cada uma das bailarinas tem a sua personalidade, e isso se reflete através das roupas de aula: uma delas estava de collant, meia-calça, sapatilha e saia até o joelho, alguma usavam meias coloridas e cortadas, outras saias mais curtas, outras shortinho, outras blusinha e malha... tinha uma delas que parecia estar descalça, de tão homogênea que ficou a cor da sapatilha no pé dela! Enfim, cada uma se expressando de um jeito diferente... A realidade de uma escola regular já é outra: todos tem que usar collant, meia-calça, sapatilha e malha (para os meninos) de acordo com um padrão, afim de estabelecer uma disciplina. Coque? Indispensável!!! 
Resumindo: Nós agimos conforme estamos vestidos, reiterando assim a ideia das relações sociais colocada pela Inês.
Outra observação que eu sempre faço numa aula de ballet é o uso das músicas dos repertórios na aulas, e lá não seria diferente, afinal a minha relação com a dança começou por causa da música! E eu fiz questão de anotar todas tocaram:

O Lago dos Cisnes: Início do Pas de Deux do Cisne Negro
Paquita: Início do Grand Pas Classique
Don Quixote: Variação da Rainha das Dríades
La Bayadère: Variação de Nikiya (Reino das Sombras, 2º Ato)
Paquita: Coda do Pas de Trois
La Bayadère: Solo de uma das Sombras, mas agora não lembro se era a primeira ou a segunda
A Bela Adormecida: Valsa do 1º Ato
O Lago dos Cisnes: Valsa do 1º Ato
Bate-Papo Final
Créditos: Facebook São Paulo Companhia de Dança

Quando voltamos para o bate-papo final, várias questões interessantes, não somente sobre o tema da palestra, foram levantadas. Além de não lembrar tudo, essa matéria ficaria bem maior do que já está, por isso vou fazer dois apontamentos que eu já coloquei várias vezes aqui no blog, mas é sempre legal dar um lembrete. 
Primeiro: nenhuma montagem de nenhum espetáculo é igual ao outro! Muitas pessoas pensam assim: Pra que eu vou assistir várias vezes o mesmo ballet se é tudo igual? Para responder isso, a Inês e uma outra bailarina fizeram a demonstração um port de bras. O gesto era o mesmo para as duas, mas cada uma tinha seu próprio jeito de fazê-lo, a sua personalidade e a sua interpretação. Ou seja, todas as apresentações são iguais? NÃO! 
Além do exemplo da Margot Fonteyn já citado e do que foi demonstrado pela Inês, eu proponho um desafio. Certamente, todos aqui já assistiram La Fille Mal Gardée de Frederick Ashton, certo? Vocês já assistiram todas versões existentes (3 em DVD e 1 exibida no cinema)? Não? Então assistam, anotem o que vocês verem de diferente e depois venham compartilhar com a gente! 
É aquela velha história: visualmente parece igual, mas só visualmente, pois cada bailarino tem a sua personalidade e o seu jeito próprio de viver a dança!
Segundo: Essa aqui é a que me faz ter certeza do amor que tenho pela dança. Ela disse: eu danço todos os dias, de várias maneiras! Afinal não é apenas quando estamos na sala de aula que nós dançamos. Aqui no blog, além de dançar com as palavras, com os vídeos, com as histórias, eu acabo criando em todos uma forma de envolvimento com a dança, e isso é o que a SPCD chama de formação de plateia.

Eu poderia ficar aqui, falando horas e horas sobre essa palestra, até porque é um assunto apaixonante! Mas você só sente verdadeiramente o seu poder participando de uma delas... As atividades da SPCD são gratuitas, e pra ficar sabendo quando serão as próximas é só ficar de olho no site e no face da companhia. Vale muito à pena!!!

E eu vou ficando por aqui...
Até a próxima!

domingo, 9 de março de 2014

Ballet "A Flor de Pedra"

E aí pessoal, tudo bem com vocês???
Prontos para seguirmos adiante em nossa aventura dançante? Até algum tempo atrás eu acreditava que só houvessem duas gravações disponíveis em DVD do ballet A Flor de Pedra: a do Bolshoi, 1990 e a do Kirov/Mariinsky, 1991. Porém um dia desses eu estava dando uma olhadinha no site da VAI Music, uma empresa americana que trabalha com DVDs de ópera e ballet, e percebi que existe sim mais uma gravação disponível, e ela justamente essa que quero compartilhar com vocês hoje.
Encenada pelo Bolshoi em 1979, a produção conta com a presença do casal Yekaterina Maximova e Vladimir Vasiliev nos papéis de Katerina e Danilo. Por ser mais antiga, a iluminação não é muito boa, mas com certeza vale muito a pena conferir essa relíquia!!!!
A Flor de Pedra
Companhia: The Bolshoi Ballet
Ano: 1979
Bailarinos Principais:
Vladimir Vasiliev como Danilo
Yekaterina Maximova como Katerina
Svetlana Adirkhaeva como Rainha da Montanha de Cobre
Links:
http://www.4shared.com/folder/Zt4Q8Wda/A_Flor_de_Pedra__The_Bolshoi_B.html

Formato do Vídeo: .mp4

Aplicativos Úteis: Clique Aqui!

É isso aí pessoal... e vamos em frente!!!!